Vítima de um tipo raro de câncer de pâncreas que o consumia desde 2003, o co-fundador e ex-presidente do conselho administrativo da Apple teve sua morte confirmada na noite desta quarta-feira, após um árduo combate com a doença, que o fez se afastar da empresa desde o dia 17 de janeiro e renunciar o cargo dia 24 de agosto.
Detalhes sobre seu estado de saúde sempre foram um mistério. Ela veio a virar notícia em 2004, quando ele anunciou que passara por uma cirurgia para remover um tipo raro de câncer, diagnosticado em 2003, e que a operação foi bem-sucedida. Em 2009, foi realizado um transplante de fígado que o manteve afastado por meses, mas sempre ativo na empresa, inclusive surpreendendo ao subir ao palco para apresentar o iPad 2, em março deste ano.
Homenagem
O Vaticano se pronunciou sobre a perda. Em seu editorial, o L'Osservatore Romano, prestou homenagem ao empresário, “um visionário que uniu tecnologia a arte”. A “Rádio Vaticano” comentou que “a maior contribuição que Steve Jobs nos deixou é a de sentir a tecnologia como algo que faz parte da vida de todos os dias. Deixou de ser um assunto apenas para técnicos”.
Apple
A empresa da qual Steve Jobs era não só co-fundador, como também símbolo, está num bom momento de mercado. Seu valor de mercado já ultrapassou os US$ 500 bilhões e sua marca vale hoje no mercado US$ 33,5 bilhões. Com a morte de Jobs, suas ações oscilaram e, até às 13h55min, sofreram uma queda de apenas 0.27%.
Por Marcos Rodrigues Meneses.
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